Meu nome é Paulo Vitor Batista Santos, e minha trajetória profissional está conectada à construção de um futuro onde tecnologia, inclusão e inovação pública caminham lado a lado para transformar a sociedade. Atuo nas áreas de cibersegurança, inteligência artificial, tecnologias quânticas, proteção de dados e inovação digital, desenvolvendo iniciativas que unem conhecimento técnico, impacto social e transformação humana. Minha visão é que a tecnologia não deve ser apenas um instrumento de avanço econômico, mas também uma ferramenta de inclusão, acessibilidade e desenvolvimento social. Dentro desse propósito, nasce minha startup de ensino tecnológico voltada para pessoas autistas, uma iniciativa que busca democratizar o acesso ao conhecimento em áreas estratégicas como programação, cibersegurança, inteligência artificial, computação quântica e cultura digital. O projeto tem como missão criar oportunidades reais para jovens e adultos neurodivergentes, permitindo que talentos muitas vezes invisibilizados possam se desenvolver, inovar e ocupar espaços de protagonismo no ecossistema tecnológico brasileiro. A proposta está diretamente alinhada aos princípios da Rede InovaGov, especialmente no que se refere à promoção da inovação colaborativa, transformação digital, desenvolvimento de competências e melhoria dos serviços oferecidos à sociedade. Assim como a InovaGov conecta governo, academia, setor privado e sociedade civil para gerar soluções inovadoras, minha atuação busca integrar educação tecnológica inclusiva, inovação social e desenvolvimento humano como pilares estratégicos para o futuro do Brasil. A conexão entre cibernética, inteligência artificial e tecnologias quânticas representa uma nova fronteira tecnológica global. A cibersegurança protege infraestruturas críticas e garante a soberania digital. A inteligência artificial amplia a capacidade humana de análise, automação e tomada de decisão. Já a computação quântica inaugura uma nova era de processamento, comunicação e criptografia avançada. Integrar essas áreas em uma proposta educacional inclusiva significa preparar pessoas autistas para atuarem em setores altamente estratégicos e essenciais para o desenvolvimento nacional. Minha startup surge exatamente nesse contexto: formar talentos capazes de contribuir para o avanço científico, tecnológico e social do país, promovendo inovação com responsabilidade, ética e inclusão. Acreditamos que muitos autistas possuem habilidades extraordinárias de lógica, concentração, percepção de padrões e pensamento analítico — competências extremamente valiosas para áreas como segurança cibernética, programação, ciência de dados, IA e pesquisa quântica. Mais do que ensinar tecnologia, o objetivo é criar um ecossistema de transformação social, conectando educação, inovação pública, acessibilidade e oportunidades profissionais. A iniciativa busca dialogar com universidades, laboratórios de inovação, organizações públicas, comunidades tecnológicas e programas de transformação digital, fortalecendo uma rede colaborativa semelhante à construída pela InovaGov. Acredito que o futuro da inovação pública depende da diversidade de pensamentos, da inclusão de diferentes perfis cognitivos e da capacidade de transformar conhecimento em impacto social. Por isso, minha atuação une tecnologia de ponta e propósito humano, defendendo que a verdadeira inovação acontece quando ninguém fica para trás. Meu propósito é contribuir para um Brasil mais tecnológico, inclusivo, seguro e preparado para os desafios da era digital e quântica, conectando pessoas, conhecimento e inovação para construir soluções que melhorem a vida da sociedade e fortaleçam o desenvolvimento nacional.