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Home Iniciativas GRUPO DE ACOLHIMENTO E APOIO ÀS VÍTIMAS DE ASSÉDIO MORAL NO ÂMBITO DA SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO-MGI (GAAVA-SPU)
Olá. Seja bem-vinda(o) ao GAAVA-SPU. Este é um canal seguro e confidencial de acolhimento e apoio a vítimas de assédio moral e sexual no âmbito da SPU. Sua mensagem é importante. Queremos te ouvir com cuidado, respeito e sigilo. Se preferir, você pode nos contar, no seu tempo, o motivo do teu sofrimento e busca de ajuda. Estamos aqui para te ouvir. Você não está sozinha(o).
A criação de um grupo focado no enfrentamento ao assédio moral e sexual e no apoio às vítimas, baseado no princípio da solidariedade, empatia e escuta sensível, surge quando, servidores da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) assediados perceberam a dificuldade que a direção do órgão tem de acolher e dar o devido tratamento protocolar e efetivo aos casos que não são poucos, e que não ocorrem apenas na sua sede, em Brasília, mas em todo o seu corpo extenso da instituição, isto é, Superintendências estaduais.
Servidores, sejam estes efetivos (públicos federais) ou terceirizados (contratados de empresas prestadoras de serviços), que são submetidos a situações constrangedoras de assédio muitas vezes sofrem em silêncio e sozinhos, com medo de retaliações. Aqueles que decidem procurar ajuda, e mesmo realizando o procedimento adequado que é a denúncia formal aos canais oficiais (Ouvidoria e Corregedoria do MGI), percebem que a direção da SPU não possui um procedimento padrão de escuta que seja sensível, ou mesmo um instrumento legal - plano setorial, portaria, diretrizes - que dê conta de tratar os casos registrados de assédio (seja moral ou sexual).
Por sua vez, os canais oficiais da Ouvidoria e da Corregedoria, que são vinculados ao Ministério e atendem todas as Secretarias da estrutura ministerial, incluindo a SPU, possuem atuação limitada, por Lei, a receber denúncias, averiguar/apurar e, caso confirmado, punir/corrigir, o que já é excelente do ponto de vista da necessidade de ação e resposta.
Ocorre que, no tempo em que os supracitados canais estão realizando seus fluxos de trabalho, existe uma vítima em profundo sofrimento mental, vulnerável e desamparada, sob risco de seguir sendo revitimizada repetitivamente enquanto aguarda o tempo institucional do fim das investigações e devidos encaminhamentos. Isso para aquelas que tiveram força e coragem de denunciar. Mas e as que estão sofrendo em silêncio e com medo? O que a SPU tem feito para garantir que estes servidores não sofram injustamente? Ninguém entra no serviço público federal para ser maltratado e mesmo torturado mentalmente. Ao contrário, as pessoas adentram as instituições públicas para servir, colaborar com alegria, oferecer o melhor do seu trabalho e exatamente por isso merecem serem respeitadas e bem tratadas.
É para essas vítimas que sequer conseguem buscar o auxílio dos canais formais que o GAAVA-SPU foi criado! Queremos ser um grupo de acolhimento e total suporte aos que sofrem, e também um suporte preventivo, com uso da inteligência e da formulação de práticas e instrumentos de combate e enfretamento, com independência e em articulação com servidores interessados no tema e também gestores dispostos a colaborar com a formação de uma rede segura e eficaz, tendo como meta ambiciosa zerar a ocorrência desta grave vergonha.
Some-se ao GAAVA-SPU!
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